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04/06/2004 02:00 Nas primeiras lendas Morgan é essencialmente uma boa feiticeira. Mais tarde, outras histórias descrevem-na como assistente de feiticeiras, ajudando Arthur ao longo do seu percurso mortal. Quando nasceu, por exemplo, distribuíram o dom do poder, domínio e longa vida. Eventualmente a pressão do cristianismo levou os romancistas a tomar a ex-deusa mais humana, e também devido à sua associação ao paganismo, a torna-la mais sinistra. Um exemplo da sua natureza maléfica é quando ela é a responsável pela fatal descoberta do romance entre Guinevere e Sir Lancelot. Numa versão, ela leva Lancelot para sua casa, tentando, sem sucesso, seduzi-lo e permitindo que ele pintasse um mural, no qual traiu o segredo do seu amor para os subsquentes visitantes. Em outra versão, ela expõe a culpa de Guinevere, enviando para a corte o corno por onde se bebia para fazer a prova da castidade. Há uma repetida insinuação de que a sua malícia é devida à sua paixão frustada. Como qualquer mulher feiticeira, ela queria manter um homem mortal no seu próprio paraíso sensual, tendo, para isso criado um "Vale sem Retorno" para armadilhar a sua vitima. Morgan adoptou diversas medidas provocatórias o Reino de Arthur, actuando como guardiã da nação. A sua animosidade perante Arthur era a sua forma de testar o jovem rei, assim como o nascimento de Mordred. Segundo a sua irmã e a sua meia irmã Morgause, a mulher de Lot of Orkney, Arthur criou Mordred que cresceu para o castigar merecidamente e, eventualmente, ofender mortalmente Arthur. Morgan le Fay também enviou o Cavaleiro Verde como outra forma de testar Arthur e os Cavaleiros da Tavola Redonda. Ela criou o cavaleiro e enviou-o a Camelot para assustar Guinevere, a grande rival da sua vida e para testar Gawain, o filho do Rei Lot of Orkney, o maior cavaleiro até à chegada de Lancelot. Depois de matar o Cavaleiro Verde, Gawain tornou-se o cavaleiro da deusa, campeão de Morgan. Morgan assistindo ao nascimento de Ogier the Danc. Morgan Le Fay ocasionalmente tem duas expressões: de nova e de velha. Quando falhou na sua tentativa de sedução de Lancelot, enviou uma das suas donzelas, que era com efeito, a sua segunda personalidade. O mesmo ocorre a Sir Gawain e ao Cavaleiro Verde. Isso fazia habitualmente parte da natureza divina feminina, ao ter a habitual máscara de jovem e velha mulher. Mesmo sendo inimiga de Arthur em vida, Morgan le Fay era a sua protetora após a sua morte. Depois de Ter sido ferido mortalmente na Batalha de Camla, Morgan leva-o para Avalon no seu barco mágico para ser curado e esperar por um futuro chamamento do seu país. Do outro lado das histórias Arturianas, Morgan aparece no romance "Ogier the Dane" como dama de Avalon e em "Orlando Furioso" de Ariosot como a encantadora Morgana, uma miragem vista em Staits of Messina, mais uma vez atribuída à sua magia.tem como não ficar encantada...
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